Você enriquece pelo modelo de enriquecimento

Começo dizendo que: pedi demissão.

Sim! Eu pedi demissão, apesar de ter um emprego para “poucos” (com um salário incrível)!

Bem na verdade isso não ocorreu hoje, mas em janeiro de 2020.

Mas, por qual ou quais motivos uma pessoa, com uma grande carreira, de repente, decide por se desligar? Estaria louco? Muito pelo contrário!

Nesse artigo quero falar sobre o modelo mental que veio se formando em mim a partir do momento em que decidi estudar riqueza e sobre pessoas que chegaram .

E como bem diz T.Harv Eker, autor do livro Os segredos da mente milionária, você enriquece pelo seu modelo de enriquecimento.

Não é fácil

Pelo modelo tradicional, fomos ensinados a viver como se estivéssemos em uma linha de produção, somos um produto onde o fim da linha é literalmente o fim da vida.

Nessa fábrica de operários modernos, entramos na linha no momento de nosso nascimento; passamos pela inserção escolar aprendendo não o que nos interessa, mas o que interessa a sociedade.

Crescemos e chegamos a mais uma etapa da produção: o emprego; aprendemos a vender nossas horas em troca de estabilidade financeira.

Somos ensinados que, precisamos tomar dinheiro emprestado para adquirir bens (casas e carros), e assim nos tornarmos escravos do dinheiro (trabalhar para pagar as contas). Somos ensinados, inclusive, que alugar é uma aberração.

Na continuação desse processo, somos motivados a transmitir os mesmos conhecimentos a nossos herdeiros; e assim a roda continua girando para manter a sociedade como é hoje: escrava do dinheiro.

É preciso quebrar esse ciclo

Robert Kiyosaki em seu livro Pai Rico Pai Pobre chama esse processo de corrida dos ratos.

Para deixar essa linha de produção e fugir desse ciclo hipnótico é preciso ter coragem; enfrentar crenças enraizadas por todos a nossa volta é motivo de muita desconfiança e resistência.

De qualquer forma, não tem outro jeito, ou você muda seu modelo de enriquecimento, seu modelo com o dinheiro, ou será apenas mais um nessa fábrica de escravos modernos.

Foi nesse sentido que, decidi que comigo e com minha família seria diferente.

Saltei da linha de produção

Meu modelo de enriquecimento estava totalmente enraizado nas crenças comuns à nossa sociedade. Tínhamos uma ótima casa “própria” do banco, financiada. Tínhamos também dois carros na garagem, esses já quitados, mas comprados com dinheiro do banco.

É preciso citar ainda os “ótimos” serviços de assinaturas aos quais “não poderíamos” deixar de aproveitá-los. Um conforto presente que extermina o conforto futuro.

Toda essa máquina custava muito dinheiro. Obviamente a linha de produção de nossa fábrica me demandava um bom emprego. E eu o tinha, menos mal.

Possuía cargo de gestão em uma grande consultoria, com um alto salário e que me permitia viver confortavelmente. Mas veja, ainda assim era escravo.

Nos momentos de desmotivação (quando você acorda pensando no problema da empresa) pensava: preciso ir, pela minha família e porque temos contas a pagar.

Eu gostava dessa vida, estava confortável. Mas sabia que queria um modelo maior, algo que me libertasse. E, essa mudança de modelo foi sendo alterada aos poucos.

Como gosto de dizer: a educação financeira liberta. Por meio da busca de conhecimento sobre modelos de enriquecimento foi onde descobri que existe vida além da casa própria, dos carros na garagem e de um bom emprego pagando tudo isso.

Nesse processo, mais do que simplesmente buscar conhecimento eu os coloquei, gradativamente, em prática. Nada foi na loucura, mas testando, errando e aprimorando meu novo modelo de enriquecimento.

Agora quero explicar o que mudou desde então para que, hoje, eu pudesse estar aqui, me dedicando exclusivamente ao compartilhamento da educação financeira com você.

Pague-se primeiro

Sempre tive o pensamento de que pagar suas dívidas vem em primeiro lugar. Não quero dizer que você não deva pagá-las, mas antes disso você precisa se pagar primeiro. No livro O homem mais rico da Babilônia ele cita para você guardar 10% do que ganha periodicamente.

Isso rebate a tese que o melhor “investimento” é saudar suas dívidas. O modelo de enriquecimento prevê a guarda de montantes financeiros. E as dívidas? Pague-as, negocie-as.

No mesmo livro ele nos ensina que, um homem com ouros é um homem livre. Tenha seus ouros, pague-se primeiro.

Aceite conselhos de quem chegou aonde você quer chegar

Essa frase foi reveladora: Aceite conselhos de quem chegou aonde você quer chegar.

A partir do momento que entendi que estamos rodeados de pessoas que são “mestres” em darem conselhos, e que, geralmente estão iguais ou pior que nós, pensei: estou dando ouvido as pessoas erradas.

Passei a estudar a vida e os hábitos de pessoas que chegaram aonde queria chegar. O que eles fizeram, quais decisões tomaram, como cresceram e aonde chegaram.

Isso foi, literalmente, libertador. Será que você está ouvindo as pessoas certas?

Coloque seu dinheiro para trabalhar para você

Acredito que aqui tenha sido a maior mudança da minha vida.

A partir do momento que aprendi a colocar o dinheiro para trabalhar pra mim, entendi o quanto aquele capital poderia crescer se fosse bem investido.

Foi nesse momento que decidimos por não mais pagar aluguel ao banco. Decidimos, eu e minha mulher, em vender o imóvel.

Deixar de pagar aluguel caro ao banco e passar a pagar aluguel mais barato a uma pessoa física fez sobrar mais dinheiro em caixa mensalmente e possibilitar que colocássemos ainda mais dinheiro para trabalhar, para gerar e crescer riquezas para nossa família.

Sem contar obviamente, o montante que sobrou líquido da venda, também foi cuidadosamente investido.

E os carros? Transformamos dois em um. A diferença do montante, advinha: está investida também.

Para quem está cético quanto a isso, posso afirmar que com o tempo que esse capital vem gerando boas riquezas. O capital cresceu a ponto de termos a possibilidade de recomprar aquele mesmo imóvel à vista, sem não mais depender do banco, caso optássemos por isso — mas não pensamos nisso, mesmo.

Essa segurança financeira é algo que não troco por um conjunto de paredes de cimento.

Foi nesse momento que tivemos condições de quebrar o ciclo comum a qual estávamos condenados a viver.

Compre horas e escale seu negócio

A partir do momento que meu emprego já não era obrigatório, pois tínhamos “ouros” trabalhando para nós, decidimos avançar mais uma fase da vida: meu desligamento.

Se quiser enriquecer ainda mais, você precisa entender duas coisas: (1) aprenda a ser um comprador de horas; e (2), escale seu negócio.

Compre horas

No modelo tradicional, somos ensinados a sermos vendedores de horas. Fomos ensinados a estudar e vender nossas 40 ou 44 horas semanais para um empregador. Fazemos isso por segurança e estabilidade.

Nesse processo, apesar da sensação de estabilidade recebida (o que nem sempre é regra), se há alguém que poderá enriquecer não será o empregado, mas o patrão.

Não estou dizendo para você pedir desligamento ou então repudiar seu empregador, não é nada disso. Mas, obviamente, não temos mais do que 24 horas por dia.

Apesar de ser humanamente impossível alguém trabalhar 24 horas por dia a fio, você não terá capacidade de ganhar muito mais dinheiro somente trabalhando mais horas. Há um limite. E aqui entram os conceitos que citei.

Primeiro, aprenda a comprar horas. O conceito mais tradicional e fácil de compreender é quando você se torna o dono de um negócio. Você compra as horas de algum funcionário (paga um salário) em troca do retorno ou a execução de uma atividade que remunere aquele negócio.

Mas, engana-se quem acha que essa é a única maneira. Quando você está investindo em ações de uma companhia na bolsa de valores, você também estará comprando horas de milhares de empregados que estão trabalhando para gerar lucro para a companhia e para seus acionistas.

Quando você investe em um CDB, é a mesma coisa. Por de trás existe um banco utilizando aquele dinheiro e o devolvendo a você, corrigido de uma rentabilidade.

Escale seu negócio

Agora, do outro lado cito o fato de escalarmos nosso negócio. Um dono de uma loja, ele consegue escalar seu negócio? Não, não consegue. Ele consegue expandir, mas não escalar.

Vamos azeitar isso.

Expandir é você crescer um negócio, mas depende também de crescer seus custos e investimentos (seu time, suas lojas, seus equipamentos e etc).

Escalar, ou trabalhar com escala, é você ter a capacidade de, com o mesmo custo ou mão de obra, entregar um resultado para uma ou milhares de pessoas com o mesmo esforço, ou seja, gerar cada vez mais receita sem elevar esse custo.

Nesse ponto, muita mudança ocorreu em meu modelo de enriquecimento. Deixe compartilhar:

– Qual a diferença de esforço que tenho para gravar, editar e enviar um vídeo para o Youtube considerando uma ou milhares de pessoas? O esforço é o mesmo. Mas entende que quanto mais o canal cresce, mais pessoas visualizam meus vídeos e mais monetizo o canal?

– Qual a diferença de esforço que tive para escrever meu livro Montando uma Carteira de Investimentos Inteligente considerando a venda para uma ou milhares de pessoas? O esforço foi o mesmo. Mas entende que posso vender para uma ou milhares de pessoas ao mesmo esforço?

– Qual a diferença de esforço que tive para produzir meu curso meu curso Do SaldoZero à Liberdade Financeira considerando a venda para uma ou milhares de pessoas? O esforço foi o mesmo. Mas entende que posso vender para uma ou milhares de pessoas ao mesmo esforço?

– Qual a diferença de esforço que tenho para escrever esse artigo considerando a leitura por uma ou milhares de pessoas? O esforço é o mesmo. Mas entende que quanto mais o site cresce, mais pessoas visualizam esses textos e mais monetizo o site?

Isso é escalar. Poderia ficar aqui por um bom tempo dando outros exemplos. No emprego pelo qual me desliguei, apesar de ter um salário incrível, não era escalável. Para que pudesse ganhar o dobro, seriam necessários dois de mim.

Nos meus novos negócios, a cada mês, os retornos são maiores pelo mesmo esforço. Isso é escala. Isso é estar fora do ciclo tradicional da escravidão moderna.

Concluindo

Quis trazer um pouco da minha história para que você entenda que, muito do processo de enriquecimento está no seu modelo sobre dinheiro.

Ter casa, carros e um bom emprego é desejado por muitos, mas se você quer enriquecer, talvez seu modelo de enriquecimento precisa ir um pouco além disso.

Por isso, sugiro fortemente a leitura desse kit de sucesso:

Por fim, sou Paulo Boniatti, um forte abraço e tchau!

Escritor, autor do livro Montando uma Carteira de Investimentos Inteligente. Paulo Boniatti é pós-graduado em Gestão em Mercado Financeiro pela FAE Business School. Especialista em investimentos e adepto da filosofia do antifrágil, tem como principal característica a maneira simples e descomplicada de explicar o mercado financeiro. Além de youtuber e criador do canal SaldoZero, é também gestor do Clube de Investimentos Opportuna CI.

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